

O diagnóstico de câncer de mama HER2-positivo é um momento desafiador na vida de qualquer mulher.
Felizmente, a medicina avançou e hoje existe o trastuzumabe (comercialmente conhecido como Herceptin), um medicamento revolucionário que aumenta significativamente as chances de cura.
No entanto, muitas pacientes se deparam com um obstáculo cruel: a negativa de cobertura do trastuzumabe pelo plano de saúde. Essa negativa pode ter consequências graves, atrasando o início do tratamento e comprometendo a saúde da paciente. Mas há esperança. A atuação de um advogado especialista em direito à saúde e planos de saúde pode ser a chave para garantir o acesso ao medicamento. Entenda seus direitos e como lutar por eles.
O trastuzumabe é um anticorpo monoclonal que atua especificamente nas células cancerígenas que superexpressam a proteína HER2.
Essa proteína é responsável por estimular o crescimento descontrolado das células tumorais. Ao bloquear a ação do HER2, o trastuzumabe impede a proliferação do câncer e, muitas vezes, leva à remissão da doença.
O câncer de mama HER2-positivo representa cerca de 15-20% de todos os casos de câncer de mama. Estudos clínicos demonstraram que o uso do trastuzumabe, em combinação com quimioterapia, aumenta significativamente a sobrevida e reduz o risco de recorrência da doença, especialmente em estágios iniciais.
O tratamento precoce com trastuzumabe é fundamental para maximizar os resultados e garantir a melhor qualidade de vida possível para a paciente.

Apesar da comprovada eficácia do trastuzumabe, os planos de saúde frequentemente negam a cobertura do medicamento, alegando:
Alto custo: O trastuzumabe é um medicamento de alto custo, o que leva os planos a tentarem evitar o fornecimento.
Medicamento off-label: Em alguns casos, o plano alega que o uso do trastuzumabe é off-label, ou seja, fora das indicações da bula. No entanto, essa alegação nem sempre se sustenta, pois a prescrição médica baseada em evidências científicas é válida.
Falta de previsão no rol da ANS: Os planos argumentam que o medicamento não consta no rol de procedimentos e eventos em saúde da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
Esses argumentos, no entanto, são frequentemente infundados e abusivos. A Justiça brasileira tem se posicionado de forma favorável aos pacientes, garantindo o acesso ao trastuzumabe em diversas decisões judiciais.
O entendimento majoritário é que o rol da ANS é exemplificativo, e não taxativo, ou seja, não limita os tratamentos que devem ser cobertos pelos planos.
A Constituição Federal garante o direito fundamental à saúde e à vida.
A Lei 9.656/98, que regulamenta os planos de saúde, estabelece a obrigatoriedade de cobertura de tratamentos para doenças listadas na Classificação Internacional de Doenças (CID), como é o caso do câncer de mama.
Mesmo que o trastuzumabe não esteja explicitamente listado no rol da ANS, a jurisprudência (conjunto de decisões judiciais) tem reiterado que o rol é exemplificativo.
Isso significa que o plano de saúde não pode negar a cobertura de um tratamento essencial, prescrito por um médico, apenas porque ele não consta na lista da ANS.
Diversas súmulas (entendimentos consolidados dos tribunais) reforçam esse direito, como a Súmula 102 do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), que estabelece: “Havendo expressa indicação médica, é abusiva a negativa de cobertura de custeio de tratamento sob o argumento da sua natureza experimental ou por não estar previsto no rol de procedimentos da ANS.”
Diante da negativa do plano de saúde, um advogado especialista em direito à saúde e planos de saúde, como o Dr. José Guimas, pode atuar de forma decisiva para garantir o acesso ao trastuzumabe:
Análise Detalhada: O advogado analisa minuciosamente o caso, a documentação médica (laudos, exames, prescrição) e a negativa do plano.
Pedido Administrativo: É elaborado um pedido administrativo formal ao plano de saúde, com argumentos jurídicos sólidos, buscando a reconsideração da decisão.
Ação Judicial com Pedido de Liminar: Caso o pedido administrativo seja negado, o advogado ingressa com uma ação judicial, com pedido de liminar (decisão judicial provisória e urgente). A liminar, quando concedida, obriga o plano a fornecer o trastuzumabe imediatamente, muitas vezes em questão de dias.
Acompanhamento Completo: O advogado acompanha o processo em todas as instâncias, desde a primeira instância até os tribunais superiores, se necessário.
Negociação: O advogado busca negociar com o plano de saúde para obter um acordo favorável à paciente, evitando o estresse e recursos que acompanham um processo judicial.
Entre em contato conosco e iremos te orientar e explicar como melhor podemos te auxiliar no seu caso. Somos um aliado seu na busca por justiça!

O Que Fazer se o Plano de Saúde Negar o Trastuzumabe (Herceptin)?
Documentação: Reúna todos os documentos médicos relevantes: laudos, exames, relatório médico detalhado e a prescrição do trastuzumabe.
Negativa por Escrito: Exija que o plano de saúde forneça a negativa por escrito, detalhando os motivos da recusa.
Advogado Especialista: Procure imediatamente um advogado especialista em direito à saúde e planos de saúde, como o Dr. José Guimas.
Aja Rápido: Não perca tempo! A liminar pode garantir o acesso ao tratamento em poucos dias, evitando o agravamento da doença.
P: O plano de saúde pode negar o trastuzumabe mesmo se eu tiver uma liminar?
R: Não. A liminar é uma ordem judicial que o plano de saúde é obrigado a cumprir. O descumprimento pode acarretar multas e outras penalidades.
P: Quanto tempo leva para conseguir uma liminar para o trastuzumabe?
R: O tempo pode variar, mas, em geral, as liminares em casos de saúde são concedidas em poucos dias, muitas vezes em 24 a 48 horas.
P: Você atende em que Estado?
R: O Dr. José Guimas atende clientes em todo o Brasil.
P: Quais as chances de sucesso em uma ação judicial contra o plano de saúde?
R: As chances de sucesso são altas quando a paciente tem direito ao tratamento e conta com a assessoria de um advogado especialista. A jurisprudência é favorável aos pacientes nesses casos. Entre em contato conosco, iremos te ajudar!
P: Tenho que pagar alguma coisa adiantada ao advogado?
R: As condições de pagamento podem variar, mas no geral, as consultas iniciais são gratuitas. O ideal é entrar em contato para se informar.
A negativa do seu plano de saúde é um obstáculo, mas não é o fim da sua jornada.
Você tem direitos garantidos pela Constituição Federal, pela Lei dos Planos de Saúde e pela jurisprudência dos tribunais. Buscar o apoio de um advogado especialista em Direito à Saúde é o primeiro passo, e um passo fundamental, para garantir o acesso ao tratamento que você precisa e merece.
Entre em contato conosco, vamos conversar!
José Guimas é um advogado especialista nas áreas da saúde do direito. Isso significa que dedicamos todas nossas energias para entregar solução e tranquilidade àqueles que precisam do nosso apoio.